Como interpretar o resultado
| 0 a 4 | Ansiedade mínima |
|---|---|
| 5 a 9 | Ansiedade leve |
| 10 a 14 | Ansiedade moderada |
| 15 a 21 | Ansiedade grave |
Cada resposta vale de 0 (nenhuma vez) a 3 (quase todos os dias). Uma pontuação de 10 ou mais é o ponto de corte mais usado para indicar avaliação.
Sobre o GAD-7
O GAD-7 (Generalized Anxiety Disorder-7) foi desenvolvido por Robert Spitzer, Kurt Kroenke, Janet Williams e Bernd Löwe para rastrear o transtorno de ansiedade generalizada. Também é útil para identificar pânico, ansiedade social e estresse pós-traumático.
A versão em português do Brasil teve sua estrutura e confiabilidade confirmadas em estudo publicado em 2016.
Desenvolvido pelos Drs. Robert L. Spitzer, Janet B.W. Williams, Kurt Kroenke e colegas, com um subsídio educacional da Pfizer Inc. Não é necessária permissão para reproduzir, traduzir, exibir ou distribuir.
Perguntas frequentes
O teste de ansiedade online é confiável?
O GAD-7 é um questionário validado e muito usado em consultórios e pesquisas, por isso é um bom indicador. Mas ele é uma triagem: o diagnóstico depende de uma avaliação médica, que considera a duração, o tipo de ansiedade e outras causas, como problemas de tireoide, cafeína ou medicamentos.
Qual a diferença entre ansiedade normal e transtorno de ansiedade?
A ansiedade normal é proporcional à situação e passa. No transtorno, ela é intensa, frequente e difícil de controlar, dura semanas ou meses e atrapalha o sono, o trabalho ou as relações.
Minha pontuação deu 10 ou mais. O que fazer?
Uma pontuação de 10 ou mais indica que vale fazer uma avaliação com psiquiatra. Os transtornos de ansiedade têm tratamento eficaz, com psicoterapia, medicação ou os dois.
Referências
- Spitzer RL, Kroenke K, Williams JB, Löwe B. A brief measure for assessing generalized anxiety disorder: the GAD-7. Arch Intern Med. 2006;166(10):1092-7.
- Moreno AL, DeSousa DA, Souza AMFLP, et al. Factor structure, reliability, and item parameters of the Brazilian-Portuguese version of the GAD-7 questionnaire. Temas Psicol. 2016;24(1):367-76. Acessar