Transtornos de ansiedade

Transtorno do Pânico

Episódios súbitos e intensos de medo, com sintomas físicos muito desconfortáveis e receio de novas crises

O transtorno do pânico é marcado por crises de medo intenso que aparecem de forma súbita, mesmo sem motivo aparente. Durante a crise, sintomas físicos fortes levam muitas pessoas ao pronto-socorro achando que estão tendo um infarto ou morrendo. Entre uma crise e outra, costuma surgir o medo de ter uma nova crise.

Principais sintomas

Importante Apresentar um ou outro sintoma isoladamente não significa ter o transtorno. O diagnóstico é clínico e depende de uma avaliação cuidadosa, considerando a intensidade, a duração e o impacto dos sintomas na vida da pessoa.

Como é feito o tratamento

O tratamento é eficaz e, na maioria dos casos, permite o controle completo das crises.

A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), tem resultados consistentes. A medicação (como os inibidores seletivos de recaptação de serotonina) ajuda a reduzir a frequência e a intensidade das crises. Em quadros moderados a graves, combinar as duas abordagens costuma trazer melhores resultados.

Mudanças no estilo de vida, como reduzir cafeína, dormir bem e praticar atividade física regularmente, são medidas não medicamentosas essenciais no tratamento do pânico.

Quando procurar ajuda

Vale considerar uma avaliação psiquiátrica quando:

Em casos de emergência Se houver ideação suicida, risco à própria vida ou a terceiros, procure imediatamente o pronto-socorro mais próximo ou ligue para o CVV (188), disponível 24h, gratuito.

Perguntas frequentes

Ataque de pânico é perigoso?

Apesar de muito desconfortável e assustador, o ataque de pânico em si não representa risco à vida. Os sintomas são manifestações da resposta de luta ou fuga do organismo, em um momento em que essa resposta não é necessária.

Por que as crises acontecem "do nada"?

Apesar de parecerem surgir sem motivo, as crises costumam envolver fatores biológicos (sensibilidade individual), contexto de estresse acumulado e padrões de interpretação das próprias sensações corporais. O tratamento ajuda a compreender e modificar essa cascata.

Vou ter crise para sempre?

Não necessariamente. Com tratamento adequado, a maioria dos pacientes atinge melhora muito significativa das crises. O acompanhamento contínuo reduz o risco de recaída.

Preciso usar "calmante" nas crises?

Benzodiazepínicos (como alprazolam, bromazepam ou clonazepam) podem ser úteis em momentos específicos, mas o uso contínuo não é recomendado como estratégia principal. O foco do tratamento é construir ferramentas que permitam ao paciente enfrentar as crises sem depender de medicação de resgate.

O transtorno do pânico é plenamente tratável, e a maioria dos pacientes alcança resposta muito boa ao tratamento, com redução significativa ou desaparecimento das crises. Atendo em Ribeirão Preto presencialmente e por teleconsulta em todo o país.

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